Em continuação à parte 1 dos posts sobre Cancún, em que falei da companhia aérea e do hotel em que fiquei, neste post vou falar das baladas em que fomos. E vou fazer um terceiro post dedicado à nossa viagem para Chichen-Itzá (uma cidade pré-colombiana construída pelos maias, que fica a 2 horas de Cancún).

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sombreros comprados na loja de presentes do hotel (US$2 cada)

A primeira balada em que fomos foi a Señor Frogs, em um dia de festa da tinta. (Dica: se for em uma festa dessas, vá com uma roupa pela qual você não tem muito carinho, porque minha blusinha branca tá verde até hoje hahaha). Era o último dia da boate numa localização antiga. Era pertinho do hotel e deu pra voltar andando depois da festa. Depois disso, mudaram para mais em cima na rua, um local mais badalado, onde ficam as outras boates também. Foi a balada mais baratinha que fomos e foi muito divertida também. Ganhamos direito a uma margarita gigante, naqueles copos compridos de balada, e acho que pagamos 20 dólares.

Depois, fomos à Palazzo, porque a gente pilhou um dia de ir pra balada e não tinha pensado em nada ainda. Fomos com um pessoal do nosso Hotel, os animadores que ficam na piscina o dia inteiro. Eles organizam uma van para ir à festa, cada convidado paga 5 dólares, se não me engano. E é bom que você vai com a turma e se anima! No dia em que a gente foi (não sei se é sempre), essa boate tava tocando SOMENTE música instrumental, um bate-estaca miserável. Eu não curto, foi meio palha. Haja tequila pra aguentar. Se não me engano, pagamos 40 dólares para converter em consumação.

A cereja do bolo foi a Coco Bongo, a balada mais sensacional da vida!! O preço é salgadinho (80 dólares), mas valeu muito a pena, porque rola um grande show lá dentro. No youtube tem vários vídeos que mostram essas apresentações, é simplesmente sensacional! DICA IMPORTANTE: muita gente na internet fica dizendo que pagou camarote (100 dólares) e que vale muito a pena, que é bem melhor do que a pista. Olha, sinceramente, não acho que valha a pena pagar 20 dólares (hoje em torno de 50 reais) a mais pra ficar em um local que não tem uma vista muito boa do show. Eles intercalam bastante entre o show e entre músicas (muitas super divertidas dos anos 90) e o pessoal do “camarote” fica em um lugar que é tipo uma “escada”, como se fosse um mini-estádio, na lateral da boate, de forma que muita gente fica com uma vista ruim do show. O que eu acho mais legal é pegar a pista e ficar mais do meio pra frente, mas ficar atrás também não deve ser ruim, desde que possa se ver o show de frente. Tudo bem que o show fica se mexendo pela boate. Eles voam, é o maior espetáculo. Porém, na pista você vê tudo tão direitinho que acho que não vale a pena pagar tão caro pelo camarote, minha opinião.

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Eu no Señor Frog’s com a margarita gigante e a cara toda suja de pó verde

Na PARTE 3, dediquei o post aos passeios disponíveis para os visitantes de Cancún.